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segunda-feira, 30 de maio de 2011

O poder do ACHISMO

            Grande parte das empresas que enfrentam algum tipo de problema alegam que acharam que não seria dessa forma, que acharam que o cliente teria outro comportamento, que o custo era outro ou que as especificações do produto eram diferentes.
            Até quando vamos achar? Que poder é este que as empresas preferem achar do que encontrar? É hora de encontrar, más, como encontrar? A resposta, é simples, encontre as dúvidas, tipo: como o concorrente consegue fazer o que eu faço e consegue ter lucros e eu não? Por que os clientes dele procuram ele e não a mim? Use métodos de análise, descubra o que está errado e procure soluções, não dê poder ao achismo, lembre-se: as soluções  não darão resultado de uma hora para outra, é preciso tempo e parar de achar e passar a usar dados concretos.
            Comece por anotar tudo, quanto tem no estoque, quanto produz, quanto vende, quais os produtos vendem mais e quais vendem menos, quem são meus clientes, como meu produto chega ao cliente, o meu produto atende as necessidades do cliente, etc...
            Quando você tiver esses dados, transforme-os em informações, transforme-os em soluções, tipo: Se estou produzindo um produto que não vende muito, dê prioridade ao que mais vende, se os clientes estão mudando de tendência, procure saber qual é o produto desejado e dedique-se a fabricá-lo.
           Se a linha de frente que são os vendedores não estão rendendo o esperado, treine-os, façam produzir, eles serão sua peça chave. Tudo começa e termina com seus vendedores.
            Não pense que administrar é só olhar os números que aparecem em sua planilha, é muito mais do que ficar sentado olhando o que está acontecendo, é tomar as decisões certas e para tal é preciso ter dados confiáveis, esses dados estão na sua frente é só juntá-los e fazê-los em informações.
            Pense no que você está fazendo com sua empresa, é esta a empresa que você queria ter? o que você queria que fosse diferente? Por que não é? O que você está esperando para tomar a decisão?
            Lembre-se a empresa é sua, se ela terá sucesso ou fracasso depende grande parte de você.


            Em breve postarei mais artigos.

            Wilyan Rafael da Costa, 30 de Maio de 2011.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Como se relacionar com o cliente

O bom relacionamento com o cliente depende fundamentalmente de você. O cliente hoje não quer só o básico, ele quer ser visto ser mimado, mas não pense que isso é difícil de se resolver. Basta ver o cliente em seu comércio, não ficar horas e horas no telefone com seus amigos enquanto seu cliente espera, ele quer ser visto diferente, de forma exclusiva:
 Dê atenção a ele enquanto fala, olhe nos seus olhos, as pessoas sempre acham que você não está dando a devida atenção se não está olhando diretamente para elas,
seja gentil; palavras como Bom dia, com licença, muito obrigado, volte sempre, não custa nada,
Cative o cliente: sirva uma água, um café, etc... isso não vai te aleijar, e pode ser o diferencial,
Distribua sorrisos: clientes não gostam de pessoas sérias o fechadas em si de mais,
Quando o cliente entrar , levante-se. Lembre-se: você está lá por causa dele, o cliente é a razão de sua profissão, é para satisfazer suas necessidades que você existe.
Dê um aperto de mãos firme: nunca dê um aperto de mãos mole, e olhe nos olhos de quem estende-lhe as mãos, isso mostra confiança e respeito. o aperto de mão é o início e o enceramento de um bom negócio.
Interaja em outros assuntos: os clientes gostam de pessoas que sabem ser comunicativas e que domine esse dom, se não é o seu caso arrisque-se moderadamente.
E por ultimo algo que eu nem precisaria dizer, mas, não custa reforças: Tudo o que eu disse até agora perde o valor se você não for honesto com o cliente. Se você mentir para ele, ele nunca mais volta em sua empresa. Este é o tópico mais importante.
Há muitas outras coisas que gostaria de dizer, porem, deixarei para uma outra oportunidade.

postarei em breve mais artigos sobre o tema.


Wilyan Rafael da Costa

terça-feira, 10 de maio de 2011

Administração e agronegócio

O estudo de administração que surgiu em modelos industriais, enfrenta hoje um de seus maiores desafios que não é adaptar-se a realidade do homem do campo, mas sim, ter profissionais aptos a administrar empresas rurais. Observamos em um ritmo cada vez maior instituições de ensino que preparam seus alunos para diversas realidades urbanas e quase nenhuma realidade rural. Há por estas instituições uma grande preocupação em ensinar o que esta acontecendo de novo no mundo das grandes empresas e multinacionais, sem se esquecer que uma parcela considerável de seus alunos talvez nem possam conhecer uma dessas empresas e, o resultado é simples: Administradores aptos aos conhecimentos grandes e incapazes de administrar pequenos negócios, porque no pequeno negócio esse administrador será tudo, será o marketing, será as finanças, será, a gestão de pessoas e, muitas vezes terá que ser até o que não aprendeu a ser. Terá que tomar decisões sozinho sem estar em uma mesa de reuniões, terá que decidir sem ter uma pesquisa concreta para tal.
O administrador que se dedica ao agronegócio é um pouquinho mais complicado, ele tem que planejar duas vezes mais que um administrador de áreas urbanas, ele tem que levar em conta as intempéries do tempo, o posicionamento do mercado, o tempo de plantio e colheita, se adaptar a pensar de médio para longo prazo e a calcular com precisão suas movimentações financeiras para não ficar no vermelho em meio a uma safra, deve estar atento ao tempo de escoamento e absorção do seu produto pelo mercado, pois, produtos agrícolas precisam ser consumidos rapidamente se não perde qualidade, mercado e corre o risco de perder venda e o produto estragar antes de ser consumido. O administrador de empresas rurais precisa ser apto a reagir a todos estes estímulos mais os estímulos ocorrentes aos administradores de empresas urbanas entre eles o marketing que é pouco explorado por empresas rurais que, a meu ver, é uma ferramenta de real importância seja em qualquer empresa.


COSTA, W.R., Administração e agronegócio, Independente – 2011.