As
pessoas acham que serão alguma coisa sem o peso da descoberta, ou seja, sem se
aplicar. Acontece que o conhecimento em qualquer especialidade demanda um
mergulho e, por tanto, um convívio desta especialidade. Por exemplo, um bom
pedreiro se faz no convívio da obra, observando e aplicando, tijolo após tijolo
no aperfeiçoamento prático da arte de construir, não adianta ler 300 livros de
construção, é necessário arregaçar as mangas e agir.
Assim,
acontece com o faxineiro, pintor, contador, médico, engenheiro, advogado..., é
uma constante sincronia entre o teórico e prático, de forma que, o indivíduo
acaba vivendo sua especialidade ao ponto que, dela passa a fazer parte. Nesse
momento surge a frase “eu não saberia fazer outra coisa na vida”, ou seja, a
alma se misturou com a especialidade de forma que separá-las seria decretar a
morte do indivíduo como um todo, corpo e alma. Ao perder o motivo que move a
alma, esta se definha e morre, por isso, lute para ser o melhor que você pode
ser naquilo que você faz, quando você mata sua essência você morre junto.
Wilyan Rafael da Costa
Despachante Imobiliário