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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Comprar, o que comprar?


O ato da compra é um ato cercado de várias regras, regras estas que são observadas muitas vezes, só por quem está vendendo. Quem compra, tem sua parcela de responsabilidade no ato de comprar, sua parcela corresponde no ato premeditado de adquirir, do que adquirir, e para que adquirir.
O comprador tem que se valer de certos cuidados para não cair em armadilhas que ele mesmo armou. Tem que se prover de dados que farão referência à compra. Dimensão do produto, peso, funcionalidade, dados esses considerados básicos.
Lembre-se: A compra começa com o cliente, portanto, quem compra deve ter toda ciência do ato que está praticando. O ato de comprar gato por lebre começa pela falta de pesquisa e pela falta de adequação do produto a sua necessidade.
No outro lado do barbante está o vendedor, que muitas vezes, não se esforça o suficiente para entender o que o cliente quer e para que o cliente quer. Produtos existem para suprir necessidades e desejos, então, quando se compra, se compra para atingir certo objetivo.
Outro ponto que preocupa e o endividamento desnecessário, muita gente compra sem precisar comprar ou pior, compra sem poder comprar. O ato impulsivo de compra gera resultados catastróficos. A compra está intimamente ligada a alguma forma de prazer, seja ela em virtude de um desejo ou de uma necessidade, porém, quando o prazer é desmedido o sentido da compra pode ser desfocado e passar a comandar o ato de comprar. A compra não é mais uma necessidade é uma obsessão.
Quem compra por um desejo emocional de compra, geralmente compra o que não precisa, em um, primeiro momento a compra é satisfatória, mas o simples fato de comprar muitas vezes não preenche um vazio que na maioria das compras impulsivas é emocional.
Por isso se pergunte: Quantas vezes eu compro status? Quantas vezes eu compro sem necessidade? Quantas vezes eu compro um produto, quando na verdade precisava de outro? Quantas vezes compro para satisfazer-me emocionalmente?
As respostas poderão evitar dividas no futuro. Isso não implica dizer que você deva viver somente em função do trabalho, abrir mão de certas regalias, perdendo assim as alegrias da vida, que também custam dinheiro, o objetivo aqui é saber dosar entre o excesso e o saudável.